E eu, que me contentava com risco de giz no quadro-negro, nem desconfiava da vastidão do verbo riscar. Riscar palavras que sobram nos poemas, riscar pessoas que me machucaram, riscar o medo. Aquele medo que era do tamanho do meu desejo. Vontade de arriscar...

2 comentários:
Estou de férias.
E o que aconteceu com as escritas, fico me perguntando.
Gosto de ler o que você escreve, é inteligente e mostra alguém que so por ver toda a semana nunca imaginei assim.
Bjux
Olá. Voltei! :)
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